Review - Captain America: Super Soldier

O herói norte-americano encara uma de suas primeiras missões ao invadir o castelo das operações Hydra

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America quer acabar com os esforços do cientista Arnim Zola para criar um exército de supersoldados


Plataformas: X360/PS3/DS/Wii | Desenvolvedora: Next Level Games | Editora: Sega | Gênero: Ação | Lançamento: 19/7/2011

Melhor: Diversão pura nos combates e jogabilidade | Pior: A falta de tempo em polir melhor o game

Capitão América não é um herói tão popular assim no Brasil - talvez por carregar todo aquele patriotismo dos Estados Unidos de plena 2ª Guerra Mundial. O herói foi criado durante os anos do conflito, por volta de 1941, com o intuito de servir como um "apoio psicológico" para os americanos. E por essa força descomunal do personagem e de suas características nos quadrinhos, acabou também conquistando fãs ao longo do globo e, consequentemente, também em nosso país.

Logo que colocamos as mãos nesse game, vem aquela velha história em mente: "Meu Deus, outro jogo baseado em filme!" Há de fato enormes chances de ele ser um fiasco. Felizmente, este não é o caso. "Captain America: Super Soldier" surpreendeu em muitos aspectos e, com certeza, é um dos jogos baseados em filmes mais divertidos dos últimos tempos.

A Next Level Games foi esperta na criação do game baseado no herói americano no quesito de jogabilidade e física de jogo. Toda a base de combate e gameplay é inspirada em nada mais nada menos que "Batman Arkham Asylum". Temos aqui um mundo "aberto", uma câmera que segue o personagem por trás e um sistema de combate excelente. Apesar de os gráficos medianos no quesito texturas, cenários e animações, os moldes do protagonista estão muito bem produzidos e a jogabilidade flui de forma fácil e intuitiva.

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Claro que, como este jogo não teve tempo o suficiente para ser polido da mesma forma que "Arkham Asylum", ele não é tão representativo. Mas, a questão é que toda a sua atenção será mantida não pelo mediano enredo (que segue uma manjada luta contra nazistas e suas tecnologias militares) ou pelos itens que você tem de coletar ao longo do jogo, e sim pelos combates extremamente divertidos e dosados de maneira correta, além da empolgação de encarnar um clássico herói dos quadrinhos em sua melhor forma.

Isso vem à mente quando pensamos em jogos clássicos do herói, como as versões de NES e Super Nintendo de "Captain America and The Avengers". Mesmo como um jogo simples, sem muito requinte para a época, era um dos títulos mais adorados pelos fãs pelo simples fato de podermos controlar um icônico herói em um game fácil e fluido.

O mesmo aconteceu com games do Super-Homem, Batman, Homem-Aranha e outros da época dos 8 e 16-bit. Se antes adoramos jogos "toscos" e simples, porque somos tão críticos hoje? Exigimos perfeição em gráficos, som, jogabilidade, produção, dinheiro aplicado e publicidade? Ou devemos dar mais ênfase na experiência que o jogo te proporciona

Neste caso, "Captain America: Super Soldier" e um exemplo claro: ele funciona muito bem, diverte, prende o jogador na tela e tem uma dificuldade na medida exata - você vai morrer uma ou outra vez só para dar mais graça à ação. No entanto, não conta com um primoroso investimento de milhões de dólares em sua produção e nem com tempo suficiente para polimentos que tornariam o jogo belo e cheio de bônus. Mas essa receita funcionou muito bem.

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Puzzles simples, combates instigantes

O ponto mais forte de "Captain America: Super Soldier" é seu sistema de combate. Funciona com golpes de socos e chutes, agarrões, combos e poderes que o protagonista adquire durante a aventura. E, claro, não poderia faltar o segundo maior recurso do herói: o escudo.

Criado pela liga de dois metais que só existem no universo da Marvel, o Adamantium e o Vibranium, ele tem as capacidades de ser indestrutível e ao mesmo tempo absorver qualquer tipo de impacto. No mais, o raro objeto fictício serve como um bumerangue para o herói. Durante a ação, é possível ricochetear tiros, defender golpes pesados e servir como uma poderosa arma de ataque.

Tudo funciona de forma bem diversificada e deixa o jogador com mais sede de espancar inimigos. As combinações de defesa, pancadas e até a possibilidade de pular por cima de um soldado e golpeá-lo nas costas deixa a ação muito interessante.

A boa jogabilidade acaba fazendo você deixar o enredo em segundo plano. Até as pequenas falhas são relevadas. Uma delas são os puzzles muitas vezes desnecessários, que consistem em unir números e sequências de códigos para abrir portas. Além disso, a Sega resolveu atender aos fãs exigentes, que gostam de coletar itens, e espalhou também uma porção deles pelos cenários, que funcionam como colecionáveis para o jogador. Mas para o jogo em si representam pouca importância.

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Diversão Indestrutível

A parte dos combates e dos quebra-cabeças presentes no game apresenta uma variedade não muito grande, mas satisfatória, de inimigos e chefões que tornam os desafios do game cada vez um pouco mais difíceis. Nas cerca de cinco horas que você levará para finalizar o jogo, há momentos que lembram as escaladas e habilidades de "Prince of Pérsia", Ezio (‘Assassin's Creed') ou Nathan Drake (‘Uncharted'), pancadas que trarão a lembrança de Kratos (‘God of War') e Batman e uma jogabilidade toda amigável e pouco complicada.

Há muitas melhorias que poderiam ser feitas, como a inserção de um mapa na tela principal, para não termos de pressionar o select e acessar o menu de mapas do castelo em que o antagonista Arnim Zola desenvolve tecnologias malignas.

A questão é que "Captain America: Super Soldier" conseguiu um feito inesperado: mesmo com pouquíssimo tempo para o jogo ser finalizado, a equipe da Next Level se empenhou em entregar uma diversão e jogabilidade que funcione e prenda o jogador.

O segredo foi focar menos nos gráficos em nas situações maçantes para desviar o jogador da missão principal e cumprir objetivos sem sentido como muitos outros títulos o fazem. Controlar o loirão patriota estadunidense com seu escudo indestrutível e acabar com a raça de qualquer criatura que passe a sua frente é simplesmente demais.

Nota : 8,0

Plataformas : Xbox 360 _ DS _ PS3 _ Wii

 

sexta 09 setembro 2011 17:34 , em Reviews


Produtor de ‘Street Fighter X Tekken’ estará no Brasil Game Show

Yoshinori Ono participa da conferência e apresenta um dos lançamentos mais esperados para 2012

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Palestra mostrará ao público toda a história de ‘Street Fighter’

 


 

O produtor de uma das maiores franquias de todos os tempos será o grande destaque da Conferência. Com a palestra "O passado, o presente e o futuro do "Street Fighter", Yoshinori Ono promote mostrar ao público toda a história do game.

Yoshinori Ono trabalhou como produtor da trilha sonora do "Street Fighter Zero" e "Street Fighter III". Depois de produzir seu primeiro game "Chaos Legion", Mr Ono produziu uma sequência de jogos como "Onimusha Dawn of Dreams", "Shadow of Rome", e "Monster Hunter Frontier".

Dez anos após seu primeiro trabalho com a série "Street Figther", Ono voltou a trabalhar na série e produziu "Street Fighter IV". Atualmente Yoshinori trabalha com a Bandai-Namco Games, colaboradora do título "Street Fighter X Tekken".

A palestra de Yoshinori Ono conta sua visão do "Street Figther", dividida em três etapas:

• A história do Street Fighter

• O resurgimento com o Street Fighter IV

• Preview do "Street Fighter X Tekken", que será lançado em 2012.

Os interessados em participar da Conferência já podem comprar o seu ingresso, que dá direito a entrada em todos os dias de conferência, Cerimônia de Premiação do Festival de Jogos, Área de Negócios B2B e a todos os dias de Feira.

está disponível no site  www.brasilgameshow.com.br , estudantes pagam R$150 empresas e profissionais R$200. Todos os participantes recebem um certificado de participação. A programação completa pode ser conferida clicando Aqui

Plataformas : Xbox 360 _ PS3 _ PC _ DS _ PSP

Fonte : Clique Aqui para Ver a Fonte ! 

sexta 09 setembro 2011 17:02 , em Noticias sobre o mundo dos games


Alice : Madness Return

Você já tentou imaginar uma versão macabra de Alice no país das Maravilhas ?? É meio dificil né ? Mais não para a mente pertubada de  Lewis Carroll que conseguiu recriar totalmente uma história infantil que é adorada por todos.


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Alice já percorreu uma versão distorcida nos games em "American McGee's Alice" (lançado em 2000), que viajava para o universo lúgubre de um País das Maravilhas maníaco, dentro de sua psique, a fim de superar o seu declínio para a insanidade. Exatamente 11 anos depois (tanto no enredo do jogo quanto na vida real), sai "Madness Returns". Alice está mais velha, mas ainda debatendo-se com uma demência crescente. Ela deve salvar o seu mundo interior da destruição. Enquanto suas sessões psiquiátricas teimam em fazê-la esquecer, o mundo das Maravilhas hostis torna-se cada vez mais real e desolado.

"Como é que você sabe que eu sou louca?", disse Alice. "Você deve ser", disse o Gato, "Senão não teria vindo para cá". O tributo ao livro acontece de diversas maneiras, a mais notável é a reconstrução do design reino literário totalmente retorcido e deturpado, porém, com os mesmos personagens, tipos, mitos e simbologias.

O game divide-se em capítulos, e cada um explora figuras do livro, como o Chapeleiro Maluco, o Rato, o Coelho e a Tartaruga, entre outros. É neste conceito que o jogo faz um trabalho exímio: em suas artes conceituais. Porém, é na elaboração das sentenças que o título perde sua grandeza.

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Os gráficos passeiam entre o criativo e belo para a falta de lapidação nas texturas, tudo isto dependendo da fase em que o jogador se encontra. A iluminação, por outro lado, mantém sua consistência. Assim como o design artístico é inventivo e muito interessante, o design de fases peca na sua progressão - monstros, desafios e puzzles se repetem em uma dança entediante.

O game é, em sua essência, uma plataforma de aventura em que impera a exploração. Mas, por outro lado, não é possível voltar em vários cenários para descobrir o caminho para os colecionáveis.

Estranho é reparar em tanta atenção aos detalhes em parcelas de "Madness Returns" - como as roupas da protagonista que sempre se alteram, ou o movimento dos cabelos de Alice -, mas tanta falta de criatividade na hora de criar um desenrolar diferencial para cada capítulo do game. A cada fase, Alice passeia para além do País das Maravilhas, nas ruas realistas de Londres na era vitoriana, em que os aldeões mantinham rotinas escusas pelas ruas - o título retrata uma visão nada romântica do período.

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Na parcela de Londres, porém, Alice é somente uma menina que vagueia em busca do passado, sem nenhuma força. Ela até encontra figuras que poderiam lhe ajudar a retomar suas memórias, mas não parece capaz de obter nenhuma resposta. A Alice da imaginação, por outro lado, se apropria da Vorbal Blade, entre outras armas cativantes - como um atirador de pimentas ou um cavalinho de pau - para desvendar o mistério que assola o País das Maravilhas.

O combate usa de artilharia diferencial, mas mantém-se muito fiel à fórmula de esmagamento de botões, esquiva e mira automática. Acredite, nem sempre se safar dos monstros bizarros de "Madness Returns" é tão simples quanto parece. Assim como nos games antigos é preciso conhecer e cadenciar os ataques do seu oponente.

"Alice: Madness Returns" é um título acima da média, mesmo que não seja a perfeição na caixinha. Apresenta mais momentos bons do que ruins, e molda um universo inspirador. É recomendado para os que gostam de toques de tráfico e sinistro, e para os que não temem uma camisa de força.


"Alice Madness Returns" é a versão sombria do clássico "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Caroll. O jogo é a continuação onze anos depois dos acontecimentos de "American Mc Gee's Alice". A jogabilidade funciona em métodos de plataforma e combate e Alice tem como arma uma destruidora lâmina Vorpal - além de receber adição de novos equipamentos, como um bule de chá, um cavalo de pau e um moedor de pimenta.

Algumas Imagens de Alice : Madness Return 

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Todas as Imagens postadas aqui foram cedidas pelo site > http://jogos.br.msn.com Todos os direitos reservados

Plataformas : Xbox 360 _ PS3 _ PC

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sexta 09 setembro 2011 14:23 , em Jogos Indicados


Dilacerando inimigos

Com fogo nos olhos e espadas em punho, destrinchamos os melhores games de hack'n'slash

Imagem tirada do site > http://blstb.msn.com > Todos os direitos reservados

É hora de arrancar todas as tripas possíveis...


Não é de hoje que os games colocam uma espada nas mãos do jogador e o lançam, com a cara e a coragem, rumo ao perigo. O gênero se frutificou e multiplicou em incontáveis plataformas, em 2D e em 3D, e acabou ganhando força com o sub-gênero de games "hack and slash", que abrange diversos outros sub-gêneros, como RPGs de ação, "beat'n'ups", ação em terceira pessoa e os mais variados "button mashers", ou esmagadores de botões.

O termo tem sua origem nas mesas de RPG, mas agora é uma das características de diversos games que você provavelmente encontra na sua estante. Basta ter uma espada e uma legião de inimigos que, pronto, está a meio caminho andado do clube. Escolhemos aqui os melhores hack and slashes já criados, passando por várias épocas e gêneros.

 


 

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God of War 3 | Lançamento: 2010 | Produtora: Sony | Plataforma: PlayStation 3

Dizer que Kratos tem uma leve insatisfação com os deuses gregos é o eufemismo do milênio. O fantasma de Esparta, brandindo as Blades of Chaos, retalha legiões de criaturas mitológicas, mutilando ciclopes, empalando minotauros e decapitando górgons para finalmente dilacerar alguns deuses. Na terceira parte da franquia, o enfurecido espartano consegue sua tão sonhada vingança, e o jogador esmaga botões até esvaziar o Olimpo.

 


 

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The King of Dragons | Lançamento: 1994 | Produtora: Capcom | Plataforma: SNES

Nos áureos tempos 16-bits, "The King of Dragons" mesclava fantasia, ação, RPG e legiões de inimigos prontos para o massacre. No papel de um elfo, um mago, um guerreiro, um clérigo ou um anão, o jogador enfrentava legiões de orcs, esqueletos, ciclopes e minotauros, ganhando ouro e níveis pelo caminho, se tornando mais poderoso. Um clássico perdido da Capcom, divertido e mais difícil que assoviar e chupar cana.


 

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No More Heroes | Lançamento: 2008 | Produtora: Grasshopper | Plataforma: Wii

Hack and slash não precisa ser apenas com espadas de aço, ferro ou bronze. O nerd viciado em gatinhos e cultura pop Travis Touchdown encomendou uma katana de energia, uma espécie de sabre de luz que não infringe direitos de copyright, pela internet e partiu para fatiar os maiores assassinos do mundo - e seus exércitos de capangas. Fruto da mente insana de Suda 51, "No More Heroes" é uma jornada estilosa por um mundo esquisito e violento, além de um surreal hack and slash da nova geração.

 


 

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Demon's Souls | Lançamento: 2009 | Produtora: Atlus | Plataforma: PlayStation 3

Jogadores mais jovens podem não compreender a verdadeira consequência da morte nos videogames. Afinal, se você for fuzilado em "Gears of War" ou "Halo", apenas aparece magicamente alguns metros atrás em um checkpoint. "Demon's Souls" mostra o horror que é ter o progresso todo deletado se sua espada ou machado não for o bastante para segurar a impiedosa horda de demônios esperando a cada esquina.

Este hack and slash exclusivo de PlayStation 3 é um revival de uma das áreas mais sombrias dos primódios dos videogames e instila o verdadeiro terror da morte nos corações de veteranos e recrutas.

 


 

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Devil May Cry 3: Dante's Awakening | Lançamento: 2005 | Produtora: Capcom | Plataforma: PlayStation 2

Dante, protagonista bonitão e de madeixas alvas de "Devil May Cry", é um demônio. Mesmo assim, o galanteador espadachim não é muito amigo de seus pares, eliminando milhares de criaturas dos infernos a cada oportunidade. Usando sua fiel espada Rebellion, além de armas surreais, como a foice/guitarra Nevan, ele dilacera inimigos e até mesmo seu próprio irmão, Virgil, neste que pode ser o capítulo mais empolgante da franquia.

 


 

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 Diablo II | Lançamento: 2000 | Produtora: Blizzard | Plataforma: PC

Hack'n'slash não é só ação desenfreada para todos os lados. "Diablo" representa as origens RPG do termo com louvores. Pelas masmorras do game, o jogador dilacera milhares de criaturas com uma grande variedade de armas e feitiços, clicando furiosamente nos demônios asquerosos e também nas fundamentais poções de vida e mana.

No game, o objetivo do jogador é chegar ao inferno para destruir Diablo, o Lorde das Trevas, passando por seu exército de criaturas a ferro e fogo. Um hack and slash no modelo mais clássico.

 


 

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Bayonetta | Lançamento: 2010 | Produtora: Platinum Games | Plataformas: Xbox 360, PlayStation 3

Quem disse que apenas homens podem chutar traseiros demoníacos? A sensual e bizarramente longilínea Bayonetta mostra que no quesito "dilacerar criaturas horripilantes", os marmanjos ficam chupando o dedo. Com a opção de usar diversas armas, como um conjunto de garras e pistolas nas mãos e pés, a bruxa com cara de Sarah Palin devolve os estranhíssimos monstros celestes que encontra diretamente de volta ao quintal do Todo Poderoso. Um hack and slash de respeito e ainda com aquele toque charmoso e feminino.

 


 

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Golden Axe | Lançamento: 1989 | Produtora: Sega | Plataforma: Mega Drive

"Mas espere aí!", dirá você. "'Golden Axe' é um beat'em up. Um dos mais clássicos!". Sim, é bem verdade. Mesmo tendo muitas semelhanças com games que sairiam alguns anos depois, como "Streets of Rage", "Final Fight" e "Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time", "Golden Axe" também se enquadra nos primeiros hack and slashes virtuais: é um game com espadas e machados, no qual o objetivo não é muito mais complicado que atravessar a fase dilacerando qualquer um que aparecer na frente.

A temática de fantasia medieval ainda aproxima o game das origens do termo, nos RPGs de mesa. Além disso, tudo é um grande clássico da biblioteca do Mega Drive e imperdível para qualquer fã da Sega.


Plataformas : Xbox 360 _  PS3 _ PS2 _ PC 

Fonte: Clique Aqui Para ver a fonte 

 

 

 

sexta 09 setembro 2011 13:38 , em Noticias sobre o mundo dos games


‘Rock Band’ traz oito canções do Red Hot Chilli Peppers

Músicas foram selecionadas dos álbuns mais recentes do grupo

Blog de soulplayer : Gaming Zone, ‘Rock Band’ traz oito canções do Red Hot Chilli Peppers

Pacote estará disponível a partir do dia 30 de agosto

Se você achava que "Rock Band" estava morto, nada novo sairia para ele, se enganou. A Harmonix acaba de anunciar que a partir do dia 30 de agosto oito canções da banda Red Hot Chilli Peppers estarão disponíveis nas plataformas online do Xbox 360, PlayStation 3 e Nintendo Wii.

As músicas, conforme informa a empresa, foram selecionadas principalmente dos álbuns mais recentes da banda e inclui a inédita "I'm With You". Abaixo as oito músicas presente no pacote de download.

• "By the Way"

• "Californication"

• "Look Around"

• "Monarchy of Roses"

• "Otherside"

• "Parallel Universe"

• "Scar Tissue"

• "The Adventures of Rain Dance Maggie"

Será possível comprar cada faixa individualmente por US$ 2 (Xbox 360, PS3 e Wii) ou o pacote completo por US$ 13,49.

Plataformas : Xbox 360 _ PS3 _ Wii 

Fonte : Clique aqui para ver a fonte ! 

 


Musicas que estarão no Rock Band (só para dar uma lembrada {#})

By the Way 

 

 

Califorcation 

 

 

Look Around 

 

 

Monarchy of Roses

 

 

Otherside

 

 

Parallel Universe

 

 

Scar Tissue

 

The Adventures of Rain Dance Maggie

 

Infelizmente e não sei por que, a p%¨&$ do blogorama diminui o tamanho dos videos do youtube,então se quiser coloque o vídeo na tela inteira{#}

quarta 24 agosto 2011 17:30 , em Noticias sobre o mundo dos games


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